Posts com a Tag ‘Dia Mundial do Café’

[Dia Mundial do Café] Vários países

terça-feira, 26 de abril de 2011

Depois de passar alguns dias em cada país, hoje vamos fazer viagens mais curtas, com algumas curiosidades sobre países variados. Então aperte o cinto de segurança e vamos decolar!

Nossa primeira parada de hoje é o Vietnã. Reconhecido como o segundo maior produtor de café no mundo – primeiro na produção da espécie conilon, o país também tem um jeito próprio de fazer o café. Lá o café é servido com o próprio filtro na xícara, mas não é um filtro normal. O filtro de café vietnamita é feito de metal com furinhos por onde passa o pó de café. Um dos mais populares no país é o “white coffee”, ou seja, o café branco. O nome engana quem pensa que trata-se do nosso café com leite. O white coffee é, na verdade, um café com uma camada de leite condensado no fundo da xícara que se mistura naturalmente à bebida.

Outro país asiático é a Tailândia, um país conhecido por suas belas ilhas e pelo clima bem quente. Por causa das temperaturas elevadas, os tailandeses preferem o que chamam de “iced coffee”, ou seja, o café gelado. Mas não é simplesmente um café em temperatura refrescante, é um pouco diferente. Primeiro coloca-se açúcar e leite condensado em um copo onde, em seguida, é despejado o café coado feito na hora. Com uma colher, mistura-se bem esses ingredientes. Por fim, coloca-se a mistura em uma sacola com flocos de gelo e aí sim está pronto o café gelado tailandês. Existem outras receitas, mas é desse jeito que é vendido em barraquinhas pela cidade refrescando os tailandeses do calor durante o dia a dia.

Não sabemos quem inventou primeiro e adaptou a receita, mas na Espanha tem um café de mesmo nome que o tailandês, porém o “iced coffee” espanhol é feito de uma forma bem mais simples: nada mais é que o café colocado em um copo com gelo.

Entre a Europa e a Ásia fizemos uma pausa na Turquia, onde a maioria da população bebe muito chá, mas ainda assim possuem um jeito próprio de fazer café. O “türk kahvesi”, ou simplesmente café turco, é preparado sem coador, direto em uma chaleira tradicional do país e na medida de xícaras exatas. Para eles, o café deve ser bebido logo depois de pronto, por isso é feito na medida correta. O café tem um gosto bem forte, além disso é possível sentir o pó na boca enquanto você toma o café, porque ele é bem denso. Outra curiosidade: o café é servido sem colher, pois você serve, espera o pó assentar no fundo da xícara e depois bebe. O pó que fica no fundo não é desperdiçado: as mulheres sempre fazem a leitura da borra do café. Não são todas que acreditam, mas muitas sabem fazer porque aprenderam com a mãe.

E quem gosta de café bem doce vai adorar a Argentina. No país é vendido até café com açúcar em pó. Isso mesmo, você já compra o pó de café prontinho com açúcar. Prático, né?

Ufa, nossa viagem acaba por aqui. Mas se você tiver alguma curiosidade destes ou outros países, comenta com a gente, somo super curiosos pelo jeito café de levar a vida dos outros lugares. E se você gostou, aproveita para beber um cafezinho ;)

Fontes deste post:
- Depoimentos de Francine Veloni e Carol Reis
- Vídeo demonstrando como faz o ice coffee da Tailândia: http://www.youtube.com/watch?v=lm18FVriPsk

Café Meridiano, um jeito café de conhecer outras culturas.


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[Dia Mundial do Café] Itália

terça-feira, 19 de abril de 2011

O país de hoje não tem tradição em plantar café, mas tem sim em fazer café. Isso mesmo, hoje vamos conversar sobre a Itália. Pronto para embarcar?

O povo italiano é um povo apaixonado por café e se orgulham em dizer que eles não inventaram o processo de como fazer a bebida, mas foram eles que aperfeiçoaram a ponto de fazer o melhor cafezinho. É a mesma história que eles defendem com o macarrão, que foi inventado pelos chineses, mas o melhor é o macarrão italiano. Ah, eles vão dizer isso também sobre o futebol e sobre tantos outros assuntos, faz parte do jeito deles.

O primeiro estranhamento ao pedir um café na Itália é logo no cardápio, são tantas opções que se você não for um conhecedor da bebida pode ficar perdido. O básico da maioria das cafeterias é composto pelo café espresso, o macchiato, o café latte, o cappuccino, o moccaccino e o café americano.

Dentre todas estas opções a mais famosa é o café espresso, e aí vem mais algumas surpresas. Este café é servido em xícaras e doses pequenas, mais ou menos um dedo de bebida – para você ter um parâmetro. Parece pouco, mas como o café é super concentrado, a medida é ideal. Especialistas explicam que um café espresso italiano bem feito é como um shot que só extrai as principais características do café, sem esgotar nenhuma. O resultado é uma bebida doce, que lembra o sabor de chocolate para alguns. Quem está acostumado com doses maiores de café, como nós brasileiros, não vai estranhar tanto assim, pois este shot é bem concentrado, o suficiente para saciar a vontade de café.

Famosos pela tradição em máquinas de café, nas casas de família italiana o mais comum é você encontrar uma ou várias cafeteiras Mukka Express italiana. Elas são muito famosas no país, a ponto de serem vendidas em supermercado. Além disso, italiano de verdade sabe bastante sobre café, lá existe uma cultura muito forte de passar os rituais de como fazer, de pais para filhos são perpetuados os ensinamentos dos italianos sobre a bebida. Uma dessas tradições que eles mantém é guardar sempre o pó de café na geladeira. Ainda que muitos deles não saibam da explicação científica para isso, esse truque contribui para que o pó fique menos exposto à oxidação e umidade, os inimigos da boa conservação do café.

Viu só, não é só quem planta café que tem tradição na bebida!

Café Meridiano, um jeito café de conhecer novas culturas.

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[Dia Mundial do Café] Indonésia

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O país de hoje da série de posts sobre o café no mundo é a Indonésia, um país lá do outro lado do mundo. Desta vez não conseguimos descobrir se eles têm alguma tradição ligada ao jeito de servir o café, mas que é deles o café mais diferente, isso ninguém pode contestar. Mais do que diferente ou outros adjetivos que o Kopi Luwak – nome do mais famoso café da Indonésia – pode gerar, o café é reconhecido como um dos exóticos do mundo.

A grande curiosidade deste café é a forma como ele é produzido. Após o plantio, a colheita é feita pelo luwak, uma civeta ou simplesmente um gato selvagem. Não se sabe ao certo a razão, mas o esperto bichinho vai até o cafeeiro e escolhe somente os grãos já maduros para comer. Dentro do seu organismo apenas a polpa é digerida, assim a semente passa intacta pelo sistema digestivo do animal. Os grãos ingeridos pelas civetas são coletados nas suas fezes, depois passam por um processo de limpeza. Após este processo, eles são submetidos a aprovação de higiene e qualidade, a fim de evitar qualquer tipo de problema, para só então serem torrados.

Pode parecer estranho e até bizarro, mas é este o café mais valioso do mundo. Para você ter uma ideia, meio quilo do produto chega a custar 600 dólares. Especialistas em café afirmam que vale a pena pagar um valor tão alto explicando que o seu sabor é como “uma mistura de chocolate e suco de uva. Menos ácido e amargo do que os cafés comuns”, já outros afirmam que ele “tem um sabor de caramelo natural e um leve toque de chocolate, além de um aroma muito especial e acidez baixa”. O segredo acontece durante a digestão da civeta, quando bactérias e enzimas exclusivas dele entram em ação e assim tornam-se responsáveis pelo sabor diferenciado do grão de café colhido pelo animal.

Além do sabor menos amargo que atrai muitas pessoas, há outra explicação para o preço tão elevado do café: por ano são produzidos menos de 230 quilos, o que faz dele um produto muito raro e, consequentemente, o café mais caro do mundo. Ele é vendido principalmente para o Japão, Europa e Estados Unidos. Quer outro exemplo do seu valor? Uma xícara de café preparado com Kopi Luwak pode custar 50 libras esterlinas no Reino Unido.

Segundo a Revista da Cafeicultura, as origens desta peculiar maneira de produzir café são incertas e tem ocasionado numerosas especulações e fábulas, ainda mais que muitos conhecedores da Indonésia dão por válida a teoria de que o Kopi Luwak começou a ser consumido durante a dominação holandesa do arquipélago. Os estudiosos argumentam que os agricultores indonésios que trabalhavam nos grandes cafezais teriam sido proibidos pelos colonizadores europeus a coletar o café para consumo próprio e que, como última solução, optaram por recuperar os grãos das fezes das civetas. Também há quem afirme, em menor número, que o retorcido processo deste café é falso e responde tão somente a uma estratégia de marketing.

Ainda que o Kopi Luwak mais famoso seja da Indonésia, ele também é fabricado sob o mesmo processo nas Filipinas, onde o produto é chamado de Kape Alamid. No Vietnã existe um tipo similar de café, chamado weasel coffee, que possui grãos que foram defecados por doninhas. Além disso, no Brasil temos um similar: o Jacu Bird Coffee, ou Café do Jacu, em que os grãos são colhidos das fezes da ave.

Ah, só mais uma curiosidade sobre o café mais valioso do mundo: a expressão “Kopi Luwak” é a simples junção da palavra “café” (kopi) com o nome local da civeta (luwak).

E você, beberia um café cujos grãos foram defecados por algum bicho?

Fontes:
- Wikipedia Kopi Luwak
- Vídeo explica como é produzido o Kopi Luwak e mostra o animal comendo o café: http://www.youtube.com/watch?v=1Q7IYpLYQ7Q (em inglês)
- Revista Cafeicultura

Café Meridiano, um jeito café de conhecer novas culturas.

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[Dia Mundial do Café] Colômbia

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Famosa por seu café de alta qualidade, a Colômbia figura entre os grandes produtores de café da América Latina, chegando a ser o maior produtor de café arábica lavado do mundo. Popularmente chamado de “tinto” entre os colombianos, o café envolve o orgulho nacional: todo colombiano tem muito orgulho do café do  país e diz que não existe café como o de lá. Realmente,  o café de cada localidade  tem suas características próprias, carrega o seu próprio terroir como já explicamos, mas o que agrada mesmo aos paladares é o fato dele ser bem suave.

Apesar do orgulho do café, os colombianos bebem pouco da bebida. As regiões da Colômbia onde há um maior consumo de café são Bogotá, Santaderes, Huila, Tolima e região central cafeeira (Antioquia, Caldas, Quindío e Risaralda) com média de 2,5 a 3 copos por dia por pessoa, o que gera uma média anual de 1,87 quilos por ano. Este volume é muito baixo se comparado ao dos brasileiros, por exemplo, que é de quase 5 quilos. Uma possível explicação para isso se deve ao hábito dos colombianos beberem café apenas pela manhã, de tarde eles preferem beber suco. Para aumentar o consumo de café no país foi criada uma campanha nacional, a “Toma Café”. Com a campanha eles pretendem aumentar em 30% o consumo da bebida entre os colombianos.

Para pedir um café no país é bem fácil, basta chegar a uma lanchonete e pedir um “tintico”, como eles chamam o cafezinho. Já se você preferir um café com leite, pode pedir, na gíria local, um “perico”. Mas um café diferente mesmo é o café com rapadura apelidado de “tinto campesino”, por ser um café no estilo caipira. As pessoas têm o costume de usar rapadura no lugar do açúcar na Colômbia, e o café não foge a esta regra.

Para acompanhar o café, não há um consenso entre os colombianos. Muitos bebem o café sozinho mesmo, puro e sem nenhuma comida para acompanhar, enquanto outros comem com qualquer outro tipo de comida, até mesmo frutas. Isso mesmo, frutas! Mas geralmente não é uma fruta qualquer, é uma fruta da região chamada de chontaduro. O gosto lembra o de uma batata doce assada, mas é um pouco mais amargo. A chontaduro é ingerida com sal e mel, além do café para acompanhar.

Quer saber mais uma curiosidade? Na Colômbia quando alguém bebe café e fica com o hálito da fruta na boca, as pessoas brincam que ela está com “hálito de porteiro”. Ah, e tem outro detalhe: 85% dos colombianos preferem beber café em casa, apenas 15% bebem fora do lar.

Fontes:
- Estatísticas da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café)
- Dados da Colômbia: Rádio Caracol
- Portal de Turismo da Colômbia
- Sobre a campanha “Toma Café”: Federación Nacional de Cafeteros de Colombia
- Depoimentos de Angela Marcela Murillo e Natalia Perez.

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[Dia Mundial do Café] Guatemala

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Um dos países que tem um jeito café de levar a vida mais forte é, sem dúvidas, a Guatemala. O país da América Central tem na agricultura a base da sua economia, e no topo da agricultura está a produção de café. Deixando um pouco as estatísticas e números que você vê por aí de lado, o Café Meridiano vai te mostrar agora como é o jeito café de levar a vida dos chamados “chapines”, apelido dado para se referir aos guatemaltecos.

Você vai achar que é exagero, mas na Guatemala é assim: ao acordar, bebe-se o primeiro café do dia; no caminho do trabalho, uma parada para mais um café; antes de uma reunião, um pulinho na cafeteira; depois do almoço, nada melhor que um cafezinho; antes de voltar ao trabalho, mais uma xícara; no meio do trabalho, uma pausa para o café; e advinha o que eles bebem depois de um dia estressante? Sim, claro, mais café! Não é todo mundo que faz isso no país, mas é muito comum as pessoas beberem muito café a toda hora. Diferente do Brasil, os chapines têm uma relação com o café que vai além da refeição para despertar. Eles não bebem café somente para acordar, mas simplesmente porque estão com vontade. Fazendo um paralelo à cultura brasileira, o costume de beber café deles é bem parecido com o hábito dos gaúchos de beber chimarrão.

Outro fator que certamente influencia essa paixão dos guatemaltecos por café é o grão produzido no país. A Guatemala tem condições muito específicas de solo e clima. O solo é recheado por cinzas ricas em minerais graças à presença de cerca de 33 vulcões ao longo do território. O melhor café guatemalteco é plantado em grandes altitudes que variam de 1.300 a 2.000 metros acima do nível do mar. O clima também é o mais adequado para este tipo de plantação, com pluviosidade e períodos de seca regulares. Com estas condições tão favoráveis, não é a toa que o café do país se destaca entre os melhores do mundo. Inclusive recomenda-se não discutir ou duvidar desta soberania, café é orgulho nacional entre os guatemaltecos, e entrar nessa conversa é quase como debater quem é o melhor jogador de futebol: Pelé ou Maradona.

Os chapines não só bebem café como também vão muito a cafeterias. Sair para beber café é um programa usual como ir tomar sorvete, por exemplo, feito inclusive aos finais de semana. O hábito é tão forte que depois do trabalho primeiro vão à cafeteria, depois ao bar. As cafeterias, por sua parte, têm uma decoração própria, cada uma de um jeito diferente, sempre para deixar o clima mais aconchegante e propício para a degustação do café. Elas funcionam em horário comercial estendido, das 7h às 22h, e é difícil vê-las vazias, sempre tem gente no local. Além da decoração, as cafeterias oferecem uma variedade grande de cafés e drinks, tanto gelados quanto quentes.

Mas os chapines não capricham no café só durante o dia, a primeira refeição também vem com boas doses e é bastante curiosa. A começar pela comida, eles possuem o hábito de fazer um belo desjejum, com feijão frito, omelete e banana frita. Para companhar, um copo de suco e vários de café. Sim, vários. Isso porque quando você pede uma refeição de café da manhã nas cafeterias vem um combo com café e suco, sendo que o café você pode se servir quantas vezes quiser. Entendeu? Inúmeras vezes!

Para beber café em casa eles usam a cafeteira elétrica. Ela é um pouco diferente da vendida no Brasil: as de lá já vem com um filtro embutido, uma espécie de tela que coa o café. Pouquíssimas pessoas coam o café com coador de papel ou de pano, como fazemos aqui, a ponto de no supermercado não haver muitas opções nem para comprar.

Quer saber mais? Os chapines bebem café em xícaras maiores e sempre que você pedir um “cafe negro” – como eles chamam o cafezinho por lá – você tem a opção do café duplo, triplo, quádruplo…!!! Já pensou você bebendo um café quádruplo? Hum… ficou com água na boca? Então corre para a parte de receitas do Café Meridiano e vai saciar essa vontade agora mesmo!

Fontes utilizadas:
- Origem da expressão “chapin” (em espanhol)
- Wikipedia
- Friele
- Depoimento de Renata Murari

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[Dia Mundial do Café] O café pelo mundo

quinta-feira, 14 de abril de 2011
Hoje é comemorado o Dia Mundial do Café, e para comemorar com um jeito café de levar a vida, vamos apresentar para vocês como outros países vivem esta cultura do cafezinho. Nossa viagem vai passar por alguns dos principais países produtores de café, além do Brasil. Já temos na rota a Guatemala, Colômbia, o Vietnã e a Indonésia. Outros que não produzem tanto, mas têm costumes interessantes como a Itália e a Turquia, por exemplo. Nesta série de posts, o Café Meridiano vai não vai apenas mostrar dados e estatísticas, mas sim um pouco dos aspectos culturais que envolvem o ato de beber café nesses países. Afinal, em cada país há um jeito café de levar a vida.

Antes de embarcarmos nesta viagem sobre os cafés de diferentes países, é importante frisar um ponto: cada café que você beber terá um gosto único. Isso porque o “terroir” varia muito de um lugar para outro. Terroir é um conceito herdado dos vinhos, utilizado para explicar a diferença entre um café e outro. Este conceito envolve tanto aspectos geográficos, como clima e solo; como botânicos, que incluem variedades e plantas; e até técnicos, relacionados à produção, que marcam um café de determinada fazenda. Isso explica o fato de um mesmo país ter uma variedade muito grande de grãos e cada um com um sabor.

Além disso, o processamento e a forma de preparo do café também influencia muito na bebida. Ela pode ficar mais densa, mais suave, mais doce, mais amarga, etc. Um cafezinho é uma grande mistura de elementos e nós vamos te mostrar como alguns países fazem esta alquimia.

Ficou curioso? Então aguarde só mais um pouquinho que o Café Meridiano vai te mostrar um jeito café de ver o mundo!

Café Meridiano, um jeito café de conhecer novas culturas.

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