Você já teve curiosidade de conhecer o passado da sua cidade e, principalmente, a ligação que ele tem com o café? Nós conseguimos resgatar algumas informações sobre as antigas cafeterias de Vitória/ES.
O Café Globo e o Café Rio Branco, por exemplo, podem ter sido os primeiros café da cidade, que existiram na virada do século XIX para o século XX – o que mostra o quão antigo é o costume de apreciar um cafezinho pelas terras capixabas. Também temos alguns registros – por volta de 1930 – do Café Americano.
Quer conhecer um pouco mais das histórias dessas cafeterias?
O Café Rio Branco, fundado em 1908, pertencia a Rodolpho Ribeiro de Souza e foi o primeiro café de Vitória com luz elétrica. Ficava localizado na Praça Oito de Setembro, e seu nome era uma homenagem ao Barão do Rio Branco.
Já o Café Globo localizava-se na rua Duque de Caxias (Centro de Vitória). Seu funcionamento data do início do século XX e, durante anos, funcionou apenas como cafeteria, mudando mais tarde seu nome para Café e Restaurante Globo, quando passou a também servir refeições. O estabelecimento, além do cafezinho, era especializado em bebidas finas nacionais e estrangeiras, conservas e doces em caldas e vinhos importados.
Podemos notar que apreciar um bom café é um antigo costume que conservamos até hoje. E que bom costume, não é mesmo?!
Se você sabe de alguma curiosidade envolvendo o café, compartilhe com a gente! Deixe um comentário ou envie um email para relacionamento@cafemeridiano.com.br.
Imagens e informações enviadas gentilmente por Álvaro José dos Santos Silva.
Café Meridiano, um jeito café de aprender história.
Você que costuma apreciar o seu cafezinho todos os dias, sabe a história do grão e como ele chegou no Brasil?
Atualmente, o café é a bebida mais consumida no País depois da água. Mas, até atingir esse patamar, houve um grande processo de propagação da bebida, cuja origem se deu na África. Por lá, ele era usado como estimulante pelos rebanhos durante as longas viagens, e foi no século XVIII que o café chegou ao Brasil.
As primeiras mudas foram plantadas no Pará e só na metade do século XIX é que o café invadiu as terras capixabas. A expansão da cafeicultura foi rápida e em 1850 o grão já estava entre os principais produtos econômicos do Espírito Santo, que é hoje o segundo maior produtor de café do País. (mais…)
Ele faz bem à saúde e à memória, possui propriedades antioxidantes e faz parte do nosso dia a dia – em diversos momentos. Porém, ainda existem alguns fatos sobre o café que muita gente desconhece.
Não se preocupe! Logo abaixo você confere algumas curiosidades sobre o cafezinho e fica um pouco mais inteirado sobre o assunto.
Hoje, 29 de outubro, é comemorado o Dia Nacional do Livro! A data é uma homenagem à fundação, em 1810, da Biblioteca Nacional, maior biblioteca da América Latina e, segundo a Unesco, uma das 10 maiores do mundo.
O livro História do Café, de Ana Luiza Martins, explica que a popularização da bebida se deu pelo velho coador de pano, forma que os europeus, anos atrás, preparavam o cafezinho nas cafeterias das grandes cidades. E, desta mesma forma, de 1727 até a segunda metade do século 20, era assim que a bebida era feita – na maior parte das vezes – no Brasil.
O café é uma das bebidas mais consumidas do mundo – principalmente no Brasil e nos Estados Unidos - mas, nem sempre o café foi uma bebida desejada. Até o ano 1.000 D.C. o café, que é originário da Etiópia, era usado como um estimulante apenas para alimentar os rebanhos durante longas viagens.
Espresso, com leite, cappuccino, extra forte, e por aí vai! O assunto por aqui é sempre café, seus benefícios, modos de preparo e curiosidades.
Mesmo sendo uma bebida com muitos pontos positivos, já vimos por aqui que ela sofreu algumas tentativas de ser banida, sendo considerada ‘Satânica Bebida’ pela Igreja Católica, no início do século XVII. Ainda bem que essas tentativas não deram certo e, no final, tudo acabou bem!
Hoje no blog vamos falar de história do Brasil, princesas, literatura e café!
O escritor e ilustrador paulista Fábio Yabu, autor da série Princesas do Mar, escreveu um livro dedicado à história – praticamente esquecida – da princesa Isabel, que foi uma figura importante para o país. Porém, poucos têm conhecimento sobre quem ela realmente foi e como viveu, salvo a assinatura da Lei Áurea.
Partindo para mais uma dica de literatura com café, hoje vamos falar de uma obra de Paulo Coelho, um dos escritores brasileiros mais famosos no mundo. Seus livros já venderam mais de 100 milhões de cópias em cerca de 150 países e, entre os mais famosos, podemos citar: ‘O Alquimista’, ‘As Valkírias’ e ‘Veronika Decide Morrer’.
Para falar da nossa dica cafeinada, escolhemos o livro ‘O Demônio e a Srta. Prym’. A trama tem como tema central a ganância e conta a história de um viajante que, acompanhado de um demônio, chega a uma pequena cidade chamada Viscos. Lá, pede a Chantal Prym que avise a todos que ele oferece dez barras de ouro para que os habitantes da cidade cometam um assassinato.
Paulo Coelho, como de costume, conduz a narrativa por uma linha espiritual tentando mostrar que o passado de uma pessoa pode acabar com o futuro de outros.
Em uma das cenas, Chantal – a principal personagem – bebe seu café enquanto pensa em como acabar com Viscos:
“Chantal bebeu seu café e torceu para que o dia passasse rápido. Iria destruir aquela aldeia, acabar com Viscos aquela noite. A cidade terminaria de qualquer jeito, em menos de uma geração, porque era um lugar sem crianças – os jovens se reproduziam em outras cidades do país, no meio das festas, das belas roupas, das viagens, da competição inútil.”
Para quem gosta de curtir uma xícara de café enquanto acompanha uma boa história, vai gostar de conferir a trama de Paulo Coelho.
Queremos saber qual é o seu livro preferido e se, em algum momento da narrativa, o café faz parte da história. Conta pra gente!
Café Meridiano, um jeito café de curtir uma boa história.
Hoje é sexta-feira! Dia da nossa dica de literatura com café.
O livro de hoje, ‘Marley e Eu’, conta a história de um cachorro, um labrador americano chamado Marley, que deu muito trabalho – e também muitas alegrias – para os seus donos, John e Jenny. Os dois, logo após o casamento, se mudaram para a Flórida e resolvem ter um filho. Aconselhados por um amigo, o casal decidiu primeiro adotar um cão para ver se estavam realmente preparados para se tornarem pais.
Eles se encantaram por Marley (nome escolhido em homenagem ao cantor Bob Marley, responsável por embalar vários momentos do casal) e passaram a viver diversas aventuras, principalmente quando descobriram que ele era um cachorro praticamente incorrigível e que se recusava a obedecer ordens.
Trata-se de uma narrativa em primeira pessoa onde John Grogan, jornalista, conta o que viveu a partir do momento que resolveu adotar Marley. Ao longo de toda a história os laços entre John, Jenny e o cachorro foram crescendo e o cão acabou se tornando um membro inseparável da família, mesmo que difícil de lidar.
Como o assunto aqui é café, o autor do livro também não esqueceu do cafezinho durante a história e, em uma passagem em que descreve seus hábitos logo pela manhã, fala da bebida:
“Dentro de algumas semanas, mal conseguíamos nos lembrar como era a vida antes de nosso novo morador chegar. Rapidamente, entramos numa rotina. Eu começava todas as manhãs, antes de tomar minha primeira xícara de café, levando-o para passear na praia e voltava. Depois do café da manhã, antes de tomar uma ducha, eu revirava o quintal com uma pá, enterrando suas “minas” terrestres na areia no fundo do terreno. Jenny saía para o trabalho antes das nove horas, e eu raramente saía de casa antes das dez, primeiro fechando Marley na garagem com uma vasilha de água fresca, uma pilha de brinquedos, e minha sorridente recomendação para ele “ser um bom menino”.
‘Marley e Eu’, best seller em vários países, inclusive no Brasil, ganhou uma adaptação para o cinema em 2008, com Jennifer Aniston e Owen Wilson.
Se você também tem alguma dica que envolva literatura e café, conte pra gente!