Já demos por aqui muitas dicas de leitura cafeinadas, passando por Machado de Assis, Jorge Amado e até mesmo Monteiro Lobato. E se você pensa que acabou, ainda tem muito mais! Hoje vamos falar de um livro que é ideal para o leitor apreciar enquanto degusta um café aconchegante: Café Pingado!
O livro, escrito por Wanderlino Teixeira Leite Netto, conta com 17 Poemas de Cafeteria. Os versos, segundo o autor, trazem uma proposta de reflexão intensa, mas sem amargor, com muito lirismo, enquanto a via flui apressada e arredia.
[...] O livro todo caminha sem nenhuma concessão ao lugar-comum. O poeta não se afasta, em verdade, de sua cafeteria: as imagens se transferem… o poeta viaja, e imagina, na febril Via Dutra, um calidoscópio de lembranças recriando reflexões sensíveis; um emblemático quase nada inevitável, que a gente acalenta pela vida afora. Esses constantes ecos interiores… [...] (Renato Augusto Farias de Carvalho – Prefácio). (mais…)
Hoje, 29 de outubro, é comemorado o Dia Nacional do Livro! A data é uma homenagem à fundação, em 1810, da Biblioteca Nacional, maior biblioteca da América Latina e, segundo a Unesco, uma das 10 maiores do mundo.
Hoje, 10 de agosto, comemora-se o centenário de Jorge Leal Amado de Faria, o conhecido Jorge Amado. O autor mais adaptado para a televisão brasileira possui uma vasta lista de sucessos literários, como Tieta do Agreste, Dona Flor e Seus Dois Maridos eTenda dos Milagres.
Já falamos uma vez por aqui de Machado de Assis e seu ‘Dom Casmurro’. Mas, sempre vale a pena relembrar uma de suas obras, ainda mais quando ela envolve café. E que tal falarmos hoje de ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’?
O livro, que retrata a escravidão e as classes sociais da época (1880), é narrado em primeira pessoa pelo seu autor Brás Cubas, um ‘defunto autor’, ou seja, um homem que já faleceu e deseja escrever a sua autobiografia.
Música, literatura, seriados e agora, cinema! Chegou a vez de mostrar o nosso querido cafezinho marcando presença nos filmes.
Desde comédia, passando pelo drama e outros gêneros, a bebida é figurinha carimbada em diversas super produções. Para provar isso, vamos mostrar alguns exemplos, começando por ‘O Diabo Veste Prada’, em que Andrea (Anne Hathaway) faz um verdadeiro equilíbrio para levar o café da sua chefe mais que autoritária, Miranda Priestly (Meryl Streep).
Um outro filme com a presença do cafezinho é um que fez muita gente rir e também chorar. Estamos falando de ‘Marley e Eu’!
‘Meia Noite em Paris’, de Woody Allen, mostra a encantadora Paris sem deixar de lado os charmosos cafés.
Elizabeth, personagem de Julia Roberts em ‘Comer Rezar Amar’, antes de tomar a decisão de realizar a sua jornada ao redor do mundo, está acompanhada de uma xícara de café.
Café também para consolar amores mal sucedidos! Pelo menos, é isso o que acontece em ‘O Amor Não Tira Férias’.
Em ‘Patch Adams – O Amor é Contagioso’, a bebida cafeinada também está ali, garantindo os 5 minutos de fama ao lado de Robin Willians.
E, para finalizar, temos um dos concorrentes ao Oscar deste ano na categoria Melhor Filme: ‘O Homem que Mudou o Jogo’. Durante as diversas reuniões do Oakland Athletics podemos notar vários cafés em cima da mesa.
Depois de tantas cenas cafeinadas, que tal aproveitar para curtir um filme na companhia de um cafezinho? E, se você quiser uma receita diferente, temos diversas opções no nosso canal do Youtube. Divirta-se!
Hoje no blog vamos falar de história do Brasil, princesas, literatura e café!
O escritor e ilustrador paulista Fábio Yabu, autor da série Princesas do Mar, escreveu um livro dedicado à história – praticamente esquecida – da princesa Isabel, que foi uma figura importante para o país. Porém, poucos têm conhecimento sobre quem ela realmente foi e como viveu, salvo a assinatura da Lei Áurea.
Partindo para mais uma dica de literatura com café, hoje vamos falar de uma obra de Paulo Coelho, um dos escritores brasileiros mais famosos no mundo. Seus livros já venderam mais de 100 milhões de cópias em cerca de 150 países e, entre os mais famosos, podemos citar: ‘O Alquimista’, ‘As Valkírias’ e ‘Veronika Decide Morrer’.
Para falar da nossa dica cafeinada, escolhemos o livro ‘O Demônio e a Srta. Prym’. A trama tem como tema central a ganância e conta a história de um viajante que, acompanhado de um demônio, chega a uma pequena cidade chamada Viscos. Lá, pede a Chantal Prym que avise a todos que ele oferece dez barras de ouro para que os habitantes da cidade cometam um assassinato.
Paulo Coelho, como de costume, conduz a narrativa por uma linha espiritual tentando mostrar que o passado de uma pessoa pode acabar com o futuro de outros.
Em uma das cenas, Chantal – a principal personagem – bebe seu café enquanto pensa em como acabar com Viscos:
“Chantal bebeu seu café e torceu para que o dia passasse rápido. Iria destruir aquela aldeia, acabar com Viscos aquela noite. A cidade terminaria de qualquer jeito, em menos de uma geração, porque era um lugar sem crianças – os jovens se reproduziam em outras cidades do país, no meio das festas, das belas roupas, das viagens, da competição inútil.”
Para quem gosta de curtir uma xícara de café enquanto acompanha uma boa história, vai gostar de conferir a trama de Paulo Coelho.
Queremos saber qual é o seu livro preferido e se, em algum momento da narrativa, o café faz parte da história. Conta pra gente!
Café Meridiano, um jeito café de curtir uma boa história.
Para começar a semana com um cafezinho ao lado e uma boa leitura, a dica de literatura cafeinada desta vez é na segunda-feira! E a sugestão faz companhia aos outros clássicos brasileiros já comentados por aqui (Dom Casmurro e São Bernardo) e que fazem parte da lista de diversos vestibulares no Brasil.
Lucíola, de José de Alencar, publicado em 1862, conta a história de Paulo Dias e do seu confuso relacionamento com a cortesã Maria da Glória, de apelido Lúcia. Entre os diversos momentos de confissões amorosas e discussões, uma delas é acompanhada por um café:
“Depois de jantar sentamo-nos no terraço, onde tomamos café, e eu fumei o meu charuto, doqual ela brincando roubou-me algumas fumaças com tal graça e prazer, que bem provavam tercultivado mais esse vício.”
Vale e pena pegar uma boa xícara de café e conferir todo o romance que se passa na segunda metade do século XIX, no Rio de Janeiro, acompanhado de diversas críticas negativas à sociedade da época.
Escreva um comentário e fale pra gente se você tem algum livro cafeinado favorito.
Café Meridiano, um jeito café de curtir literatura.
Hoje é sexta-feira! Dia da nossa dica de literatura com café.
O livro de hoje, ‘Marley e Eu’, conta a história de um cachorro, um labrador americano chamado Marley, que deu muito trabalho – e também muitas alegrias – para os seus donos, John e Jenny. Os dois, logo após o casamento, se mudaram para a Flórida e resolvem ter um filho. Aconselhados por um amigo, o casal decidiu primeiro adotar um cão para ver se estavam realmente preparados para se tornarem pais.
Eles se encantaram por Marley (nome escolhido em homenagem ao cantor Bob Marley, responsável por embalar vários momentos do casal) e passaram a viver diversas aventuras, principalmente quando descobriram que ele era um cachorro praticamente incorrigível e que se recusava a obedecer ordens.
Trata-se de uma narrativa em primeira pessoa onde John Grogan, jornalista, conta o que viveu a partir do momento que resolveu adotar Marley. Ao longo de toda a história os laços entre John, Jenny e o cachorro foram crescendo e o cão acabou se tornando um membro inseparável da família, mesmo que difícil de lidar.
Como o assunto aqui é café, o autor do livro também não esqueceu do cafezinho durante a história e, em uma passagem em que descreve seus hábitos logo pela manhã, fala da bebida:
“Dentro de algumas semanas, mal conseguíamos nos lembrar como era a vida antes de nosso novo morador chegar. Rapidamente, entramos numa rotina. Eu começava todas as manhãs, antes de tomar minha primeira xícara de café, levando-o para passear na praia e voltava. Depois do café da manhã, antes de tomar uma ducha, eu revirava o quintal com uma pá, enterrando suas “minas” terrestres na areia no fundo do terreno. Jenny saía para o trabalho antes das nove horas, e eu raramente saía de casa antes das dez, primeiro fechando Marley na garagem com uma vasilha de água fresca, uma pilha de brinquedos, e minha sorridente recomendação para ele “ser um bom menino”.
‘Marley e Eu’, best seller em vários países, inclusive no Brasil, ganhou uma adaptação para o cinema em 2008, com Jennifer Aniston e Owen Wilson.
Se você também tem alguma dica que envolva literatura e café, conte pra gente!